
Plataforma de direitos autorais musicais criada do briefing ao lançamento em três dias, com curadoria do catálogo de Bezerra da Silva como parceria de estreia.
Papel
Product Designer
Setor
Direitos autorais · Música
Prazo
3 dias, do briefing ao ar
A BRODR Music Rights é a divisão da BRODR dedicada a direitos autorais e gestão de música. A plataforma protege e monetiza os direitos de obras musicais, garantindo que compositores, artistas e editoras sejam remunerados pelo uso de suas criações.
Desafios
O prazo de lançamento era curto, então a formulação do produto aconteceu em três dias intensos de chamadas com investidores, CEO e CTO da BRODR.
Participaram especialistas de áreas bem distintas: Buzelin, tecladista do Jota Quest; Oliveira, fundador do MaxMilhas; e Mascarenhas, empreendedor de blockchain e fundador da RM Sistemas, depois adquirida pela Totvs.
O desafio real não foi a pressa, foi organizar e sintetizar opiniões que vinham de repertórios muito diferentes, e transformar isso num produto coerente.
Resultados
3
Dias até o lançamento
Do briefing ao ar
2
Veículos de imprensa
Forbes e InfoMoney
O lançamento superou as expectativas: a demanda pelos ativos foi tão alta que todos os recursos disponíveis se esgotaram rapidamente.
A repercussão atraiu a imprensa. Forbes e InfoMoney destacaram a BRODR pela abordagem no gerenciamento de direitos autorais musicais e pelo potencial de transformar a indústria.
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Objetivos
O objetivo central era estruturar todo o fluxo de aquisição de direitos musicais. Para isso desenhei os componentes visuais, a copy e uma arquitetura que tornasse a jornada de compra clara para quem nunca tinha comprado um ativo desse tipo.
Cada etapa da jornada passou por prototipação, teste e refinamento antes de ir ao ar. Com três dias de prazo, prototipar foi o que permitiu errar no papel em vez de errar no lançamento.
Parceria de lançamento
A estreia foi com o legado de Bezerra da Silva e sua família. Ícone do samba, ele marcou gerações com crítica social embalada em melodias inconfundíveis.
A parceria permitiu redistribuir suas composições para novas gerações, com curadoria feita junto à família para manter a fidelidade à história do artista. Para o design, isso significou uma responsabilidade extra: a interface precisava respeitar o peso cultural do catálogo, não tratá-lo como um ativo qualquer.



